Apesar do nome assustador, não é nada tão terrível assim que acontece com o seu filho

 

Por Malu Echeverria – atualizada em 15/02/2013 15h33

Criança na cama com medo de pesadelo (Foto: Shutterstock)

É muito comum que no período pré-escolar, entre 3 e 5 anos, algumas crianças tenham um distúrbio do despertar chamado terror noturno. Apesar do nome pavoroso, trata-se de um episódio benigno, que não afeta o aprendizado ou traz consequência alguma. Acontece no meio do ciclo do sono, e dura pouco mais que 15 segundos. Nos bebês pode gerar uma crise de choro incontrolável e, nos maiorzinhos, sonambulismo.

A criança pode ser assaltada por um pavor durante o sono, sem consciência do que é real ou fantasia. Ela grita, transpira e o coração bate forte. Seu olhar é vago e ela não reconhece os pais, porque não acorda realmente. Não há muito o que fazer, a não ser ficar ao lado dela e acarinhá-la até que a situação passe. “Esporadicamente não traz problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas se acontecer mais de um susto por noite, deve-se procurar tratamento, que é feito à base de medicamentos”, explica Márcia Pradella-Hallinan, neuropediatra.

O importante é não gritar com eles durante a crise ou acordá-los rapidamente. Caso contrário, o que deveria durar segundos, pode demorar um pouco mais.

FONTE: Revista Crescer

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