Extra, extra, extra! É hora da notícia das turmas dos 3º anos

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Análise de charge por alunas de 3º ano

Confira os textos que as alunas Aléxia e Clara, da turma das Sete Quedas – 3º ano A, produziram inspiradas na charge abaixo:

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Lindos dias de Abril

 

Os dias lindos

 

Acontece em abril, nesse curva do mês que descamba para a segunda metade. Os boletins metereológicos não se lembraram de anunciá-lo em linguagem especial. Nenhuma autoridade, munida de organismo publicitário, tirou partido do acontecimento.
Discretos, silenciosos, chegaram os dias lindos.
E aboliram, sem providências drásticas, o estatuto do calor. A temperatura ficou amena, conduzindo à revisão do vestuário. Protege-se um tudo-nada o corpo, que vivia por aí exposto e suado, bufando contra os excessos da natureza. Sob esse mínimo de agasalho, a pele contente recebe a visita dos dias lindos.
A cor. Redescobrimos o azul correto, o azul azul, que há meses se despedaçara em manchas cinzentas no branco sujo do espaço. O azul reconstituiu-se na luz filtrada, decantada, que lava também os matizes empobrecidos das coisas naturais e das fabricadas. A cor é mais cor, na pureza deste ar que ousa desafiar os vapores, emanações e fuligens da era tecnológica. E o raio de sol benevolente, pousando no objeto, tem alguma coisa de carícia.
O ar. Ficou mais leve, ou nós é que nos tornamos menos pesadões, movendo-nos com desembaraço, quando, antes, andar era uma tarefa dividida entre o sacrifício e o tédio? Tornou-se quase voluptuoso andar pelo gosto de andar, captando os sinais inconfundíveis da presença dos dias lindos.
Foi certamente num dia como estes que Cecília Meireles escreveu: “A doçura maior da vida flui na luz do sol, quando se está em silêncio. Até os urubus são belos, no largo círculo dos dias sossegados.” Porque a primeira conseqüências da combinação de azul e leveza de ar é o sossego que baixa sobre nosso estoque de problemas. Eles não deixam de existir.
Mas fica mais fácil carregá-los.
Então, é preciso fazer justiça aos dias lindos, oferecer-lhe nossa gratidão. Será egoísmo curti-los na moita, deixando de comentar com os amigos e até com desconhecidos, que por acaso ainda não perceberam o raro presente de abril: “Repare como o dia está lindo.” Não precisa botar ênfase na exclamação. Pode até fazê-la baixinho, como quem transmite boato e não deseja comprometer-se com a segurança nacional. Mesmo assim, a afirmação pega. Não só o dia fica mais lindo, como também o ouvinte, quem sabe se distraído ou de lenta percepção sensorial, ganha a chance de descobri-lo igualmente. Descobre e passa adiante a informação.
A reação em cadeia pode contribuir para amenizar um tanto o que eu chamo de desconcerto do mundo. De onde se conclui: deixar de lado, mesmo por instantes, o peso dos acontecimentos mundiais, trágicos, esmagadores, para degustar a finura da atmosfera e a limpidez das imagens recortadas na luz, é um passo dado para reduzir o desconcerto, na medida em que a boa disposição de espírito de cada um pode servir de prefácio, ou rascunho de prefácio, à pacificação, ou relativa pacificação, dos povos e seus dominadores. Em vez de alienação, portanto, o prazer dos dias lindos é terapia indireta.
Pode ser que o desconhecido lhe responda com um palavrão, desses em moda na sociedade mais fina. Não faz mal, Não se ofenda. Ele descarregou sobre a sua observação amical o azedume que ameaçava corroê-lo no íntimo. Livre desse fel, talvez se habilite a olhar também para o céu e a descobrir mesmo certa beleza esvoaçante no urubu. De qualquer modo, foi avisado. Já sabe o que estava perdendo: a consciência de que certos dias de abril e maio são mais lindos do que os outros dias em geral, e nos integrem num conjunto harmonioso, em que somos ao mesmo tempo ar, luz, suavidade e gente.

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Colcha de retalhos – história da Trilhas feita pelos alunos

Nada mais inspirador que iniciar o ano letivo com a colcha de retalhos das recordações dos alunos que terminaram seu ciclo aqui na Trilhas em 2013, a Turma do Berimbau, não acham?

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Notícias da Turma Casamel

AS CRIANÇAS DO 1º ANO A FIZERAM UMA PARÓDIA PARA HOMENAGEAR A TURMA! FICOU DEMAIS!
CANTE NO RITMO DA MÚSICA “CASA ENGRAÇADA”, DE VINÍCIUS DE MORAES.

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SIMPÓSIO 2013 NO TRIBUNA DA TRILHAS

A Turma do Poetinha produziu um jornal, o Tribuna da Trilhas, o qual foi apresentado no dia 28/09/13, às 16h30min, na Escola Trilhas. Ele foi organizado para que  as  pessoas  conheçam os perigos contidos nas  bebidas  industrializadas.

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Turma do Berimbau e Capoeira

A Turma do Berimbau, no dia sete de agosto, assistiu na aula de Educação Física, na quadra da Escola Trilhas, uma apresentação de Capoeira de um grupo trazido pelo professor Marcolino. Continuar lendo

Fósseis na Turma do Berimbau

Desde o 2º trimestre a Turma do Berimbau (5º ano), da Escola Trilhas, estava estudando os fósseis, o que foi bem legal.

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Biomas

A turma do 5º ano (Turma do Berimbau) da escola Trilhas realizou um trabalho sobre os biomas brasileiros. A aluna Maria Clara relata como esse estudo foi realizado: “a nossa professora Cíndi deu para cada grupo um tipo de bioma para pesquisar as seguintes informações: localização, fauna e flora, curiosidades, clima, causa da devastação e pessoas típicas da região. Também confeccionamos um mapa do Brasil gigante onde pudemos localizar os biomas e ilustrá-lo. Fazer o texto foi mais difícil”.

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África e a Turma do Berimbau

A turma do Berimbau (5º ano) estudou sobre a África por causa do nome da turma.

Foram oito grupos que pesquisaram assuntos diferentes como: música, alimentação, vestimentas, religião, origem dos africanos trazidos para o Brasil, danças, capoeira e a influência da língua africana que é o português, mas tem o dialeto africano que adotamos em algumas expressões usadas no Brasil. Os alunos fizeram várias pesquisas em fontes diversificadas e as trouxeram para escola, responderam algumas questões levantadas sobre os específicos temas e elaboraram um texto sobre o assunto. Também assistiram a um filme que fala sobre Angola “Amo Angola, caminhos da paz”, no auditório da Escola, que ajudou muito a entender um pouco desse povo tão lindo.

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