Tudo leva a crer que os vírus H1N1 e influenza continuarão sendo transmitidos em todo o mundo, e o Brasil não deverá ser uma exceção. Especialmente, porque entramos agora na estação de meses frios no sul e no sudeste do país, quando os vírus da gripe se espalham com mais facilidade.

O que podemos fazer então? A prevenção é sempre a chave do sucesso, principalmente nos grupos de risco, que são as crianças e idosos. É interessante que os pais também sejam vacinados, para evitar a disseminação do vírus.

Gripes podem gerar um quadro clínico sério, seja pela doença propriamente dita ou em consequência de complicações, como a pneumonia e as infecções disseminadas. Essas complicações ocorrem anualmente no Brasil e no mundo.

A vacina contra o vírus da gripe é composta de cepas do vírus Influenza atualizadas anualmente pela Organização Mundial de Saúde. É uma vacina inativada e fracionada, o que significa que os vírus estão mortos e replicados, não podendo se reproduzir dentro do organismo das pessoas vacinadas (não podem causar a doença); mas conseguem produzir uma resposta imunológica protetora.

Deve ser tomada, anualmente, por crianças a partir de 6 meses de idade e adultos. Crianças menores de 9 anos que estão tomando a vacina pela primeira vez deverão realizar dose de reforço 30 dias após a primeira dose.

A imunidade conferida pela vacina contra gripe aparece 10 a 15 dias após a vacinação e persiste por cerca de um ano. Portanto, a prevenção deve ser anual e é recomendável realizá-la nos meses de outono, que precedem o período de maior incidência da doença, de forma a promover níveis de anticorpos adequados, na época mais apropriada.

As reações adversas decorrentes da aplicação da vacina contra gripe são, em geral, de intensidade leve e tendem a desaparecer espontaneamente após 48 horas. Eritema (vermelhidão), aumento da sensibilidade, enduração, e/ou dor no local da injeção são os mais frequentes, persistindo por 1 ou 2 dias. Neste caso, pode ser útil fazer uma compressa fria no local. Também podem ocorrer febre, mal-estar e mialgia (dor muscular), com início 6 a 12 horas após a vacinação, persistindo por 1 ou 2 dias (neste caso, pode ser usado um analgésico/antitérmico, conforme orientação médica).Procure imediatamente atendimento médico caso ocorram quaisquer sintomas além dos previstos acima. Não deixe de solicitar esclarecimento caso tenha qualquer dúvida.

Texto elaborado especialmente para orientação dos Pais da Trilhas pela Dra Lorena X. Costa Brzezinski – Pneumologista Pediátrica – Clinica infantil e de vacinas Life Center – Juvevê – 3353-4433 – [email protected]

Fonte: Clínica Life Center Pediatria- Rua Deputado Mário de Barros 900- Juvevê – [email protected]

Related posts

Escolas começam a enfrentar déficit de natureza das crianças

Se alguma escola ainda tem grama sintética no parquinho é melhor arrancá-la imediatamente. Está tudo errado nessa ideia meio anos 1980 de se construir um ambiente artificial para que a criança não se suje enquanto brinca no intervalo. Primeiro, porque a brincadeira no pátio não é vista mais apenas como algo que o aluno faz

Leia Mais

Todas as escolas públicas de Nova York aderem à Segunda Sem Carne

Já está mais do que comprovado pela ciência de que uma das melhores maneiras de ajudarmos o meio ambiente éreduzir o consumo de carneou abraçar de vez a dieta vegetariana. Especialistas dizem que reduzir o consumo de carne vermelha é mais eficaz contragases do efeito estufado que deixar de andar de carro. Foi pensando nisso

Leia Mais