A Diversidade Cultural como Prática na Educação

Se você deseja refletir sobre o papel da diversidade cultural e sua importância para o exercício pedagógico, esta obra apresenta-se como um instrumento diversificado e plural, retratando o processo educativo da construção de diálogos, iniciativas e significados. Ao comprovar por que a escola é um lugar onde a diversidade se faz presente, mesmo com todas as suas contradições e desafios, o conteúdo aqui presente é voltado aos educadores e educadoras que fazem e que desejam fazer da educação uma ferramenta importante para a emancipação humana, dentro das seguintes temáticas:

Avaliação para a aprendizagem

Este livro constrói uma ponte entre duas dimensões fundamentais que constituem a avaliação: a teoria e a prática. Sob o ponto de vista teórico, o livro mostra o sentido da avaliação, isto é, por que se avalia, quais são as condições necessárias para uma boa avaliação, o que é a avaliação eficaz. Sob o ponto de vista prático, explica como direcionar o trabalho desenvolvido em sala de aula para que a avaliação seja de fato um instrumento pedagógico voltado para a evolução da aprendizagem do aluno e do professor. Com esses objetivos, cada capítulo levanta problemas que permeiam o complexo cotidiano escolar e, em seguida, oferece técnicas que mostram ao professor como pensar sobre sua prática e criar intervenções e encaminhamentos que permitam encontrar a metodologia mais significativa, precisa e produtiva. A obra conta também com uma comunidade prática na internet que permite a troca de informações entre os leitores e apresenta recursos multimídia e pedagógicos.

Narrar por escrito do ponto de vista de um personagem

Resultado de uma experiência didática conduzida pela professora Ana Siro em uma escola da periferia de Buenos Aires, o livro Narrar por escrito do ponto de vista de um personagem – Uma experiência de criação literária com crianças inspira professores para trabalhar a linguagem de maneira inovadora. Ao notar os problemas discursivos de alguns alunos com idade entre nove e 11 anos quando expostos a atividades literárias, Ana Siro propôs a eles que reescrevessem histórias infantis tradicionais do ponto de vista de um dos personagens.

A obra, escrita em parceria com a conceituada educadora Emilia Ferreiro, aborda aspectos teóricos e práticos acerca das questões da linguagem discursiva e literária sob a luz da teoria da enunciação. Contando com as produções de 50 crianças e o conhecimento das autoras, o livro ajuda a desenvolver novas maneiras de trabalhar  linguagem e literatura na sala de aula.

Língua portuguesa – soluções para dez desafios do professor

As autoras Débora Rana e Silvana Augusto trazem sugestões e soluções para dez “nós” do professor de língua portuguesa nos três primeiros anos do ensino fundamental. Entre outros assuntos, elas abordam as listas contextualizadas, os textos memorizados (como parlendas e cantigas), a roda de leitura, a produção de texto (individual e coletiva) e a revisão. As fotos e ilustrações foram produzidas especialmente para o livro; e a linguagem clara e direta auxiliará o professor dos anos iniciais a lidar com os desafios da sala de aula de uma maneira muito mais eficaz. A comunidade de prática na internet traz recursos como vídeos, projetos adicionais e fóruns que permitem a troca de informações entre os leitores de todo o Brasil.

Matemática – soluções para dez desafios do professor

O livro dos autores Antonio José Lopes Bigode e Janete Bolite Frant traz ao professor dos anos iniciais do ensino fundamental sugestões de atividades para serem utilizadas em sala de aula. Entre outros assuntos, eles abordam o sentido numérico, o sistema de numeração decimal, operações de adição, subtração e multiplicação, bem como noções de medida. A linguagem do livro é clara e direta; as fotos, ilustrações e diagramação são coloridas a atraentes ao professor. A obra conta também com uma comunidade de prática na internet que permite a troca de informações entre os leitores e apresenta recursos multimídia e pedagógicos.

A ODISSEIA

Adaptação para os quadrinhos de célebres episódios do retorno de Ulisses a Ítaca, após a vitória sobre os troianos. O jovem leitor acompanhará a passagem dos argivos pela ilha dos lotófagos, os embates com o ciclope Polifemo e a feiticeira Circe, o doce repouso de Ulisses nos braços da ninfa Calipso e o reencontro com a fiel esposa Penélope, assediada por inúmeros pretendentes. Uma pequena amostra do clássico homérico, em linguagem acessível ao jovem leitor.

Malasaventuras

Safadezas do Malasartes

Imagine um gato que defeca dinheiro, um urubu que adivinha, uma panela que cozinha sem fogo e um passarinho que se transforma em esterco… Pedro Malasartes é um caipira esperto que usa todas essas invencionices para vingar injustiças. Suas aventuras, narradas em verso neste livro, compõem episódios hilariantes, nos quais as vítimas de seus truques caem em armadilhas engraçadíssimas. Um verdadeiro clássico do humor brasileiro.

A árvore do Beto

Catapimba é um garoto legal. Amigo da turma toda, centro-avante e secretário do Estrela-D’Alva Futebol Clube, com ele o tempo só esquenta quando o Armandinho não apita o jogo direito. Em A árvore do Beto ele vai realizar um grande desejo que tinha desde pequeno. E vai descobrir também que qualquer sonho fica melhor quando a gente está perto dos amigos.

Carta da Terra

Após a Cúpula da Terra no Rio de Janeiro (1992), Maurice Strong (Canadá), Mikhail Gorbachev (Rússia) e o governo da Holanda coordenaram, em 1994, um processo para a criação da Carta da Terra. Lançada em Haia, em 2000, com a ambição de ser um documento da Organização das Nações Unidas, indica os princípios para uma sociedade global justa, equilibrada, sustentável e pacífica.
Com ilustrações de Ellen Pestili, o texto enfoca a importância de certos valores. Os principais são respeitar e cuidar da comunidade, a integridade ecológica, a justiça social, a democracia, a paz e a busca pela construção de um futuro melhor dentro da concepção de que o amanhã encerra tantos grandes perigos como enormes promessas pautadas pela diversidade de culturas e formas de vida.

O valente de calça molhada

Rodrigo queria ser bombeiro quando crescesse, para poder apagar incêndios e salvar quem precisa ser salvo de algum perigo. Mas, muito antes de ele ficar grande, a oportunidade para mostrar a coragem de um bombeiro de verdade apareceu: um gatinho recém-nacido estava no alto de uma árvore, apavorado – coitadinho! Num cai não cai! Mas.. cadê a coragem para subir numa árvore tããão alta? Ai, será que Rodrigo vai consegir salvar o gatinho?

O elefantinho malcriado

Dos animais do Zoológico, o elefante era o maior. O protagonista dessa história era o menor dos elefantes, um elefante bebê, muito bonitinho, mas muito, muito teimoso. Vivia dando respostas atrevidas e malcriadas a seus pais, ficando furioso por qualquer coisa e fazendo tromba. Certo dia, sem vontade de jantar e de tomar banho, esguichou água no Tonico, um menino que tinha vindo visitá-lo. Tonico contou o que tinha acontecido para os amigos, que contaram para os amigos dos amigos, até que as crianças, indignadas com o que o elefantinho tinha feito, resolveram não visitar mais a sua jaula. Iam ver o macaco, a girafa, o leão, a zebra, mas não o elefante. O elefantinho, que a princípio tentou se mostrar indiferente, foi ficando triste. E prometeu que, se as crianças voltassem, deixava de fazer malcriação. No domingo seguinte, a jaula dos elefantes voltou a ser a atração mais procurada do zoológico.

Um gol de placa

Aquela turminha adorava jogar bola num campinho improvisado que havia num terreno do bairro. Mas acontece que o dono do terreno resolveu construir um prédio de apartamentos em cima do campo de futebol! E agora?! O que a turminha ia fazer? Ficar sem brincar depois das aulas? Bom, havia outro terreno perto do morro, mas estava coberto de mato e seria impossível para um bando de crianças limpar tudo e ainda deixar a terra bem lisinha como um campo de futebol de verdade. Mas, para aqueles amigos, o impossível não existia!

Tanto-faz-como-tanto-fez

Era uma vez um rei carrancudo que governava um povo não muito inteligente. Um dia, sabe-se lá por que, alguém lançou uma moda algo impertinente: a de que era elegante terminar cada frase, por mais banal que fosse, com um ponto de interrogação. E eis que o pobre soberano mal se levantava com o habitual e desculpável mau humor matutino de cada dia, era logo interpelado por um mar de indagações: “Vossa majestade prefere sair da cama com um par de pantufas ou com dois chinelos de solas fofas e gorduchas?”, “Chicória ou escarola?”, “Bananada ou mariola?”, “Mandioca ou macaxeira?”, “Criado-mudo ou mesa de cabeceira?”, “Assim por diante ou et cetera e tal?”… Essa enxurrada cotidiana e exaustiva de redundância era rebatida com uma única e mesma resposta, sempre à mão: “tanto-faz-como-tanto-fez”. Mas eis que certo dia, a comitiva real, cansada das respostas atravessadas e lacônicas de seu soberano, resolveu conceder um prêmio àquele que fizesse do rei “um homem falante e um tantinho mais cortez…”.

Adivinhe se puder

“Sou uma ave bonita, tente meu nome escrever. Leia de trás para frente e o mesmo nome irá ver.” Este é um livro de adivinhas que diverte e entretém o leitor, enquanto desenvolve a linguagem oral e o pensamento.

Bruxinha Zuzu

A Bruxinha Zuzu é uma bruxa, claro, mas quem reparar direito vai ver que ela tem umas coisinhas diferentes. Os livros desta coleção são um pouco diferentes dos livros com os quais estamos acostumados. Uma das razões é que suas histórias são contadas com desenhos e não com palavras. A outra razão é que o assunto dos livros é um pouco atrapalhado, mas a culpa não é da autora, é da própria personagem. A personagem, por sua vez, diz que a confusão não é dela, e sim da bendita varinha mágica.

Gente de muitos anos

Esta coleção tem como objetivo provocar situações de análise e reflexão sobre valores e atitudes fundamentais para a formação da criança, que começa a construir seus princípios éticos e morais a partir dos primeiros anos de vida.
A ideia é trabalhar com temáticas sociais – como os direitos das crianças, dos professores, dos portadores de necessidades especiais, entre outros –, propondo modelos e situações cotidianas do processo de socialização de forma lúdica e divertida.
Neste Gente de muitos anos, queremos chamar a atenção da criança para os direitos dos idosos.

Trudi e Kiki

Além de serem ruivas, terem a mesma idade e o mesmo corte de cabelo, Trudi e Kiki tinham muitas outras coisas em comum: gostavam de ouvir suas mães contar histórias, de pintar as unhas com cores berrantes e de fazer penteados malucos no pai; detestavam apagar a luz na hora de dormir e abominavam qualquer roupa que pinicasse. Acontece que também havia uma grande diferença entre as duas: uma era bruxa, a outra não. <br>Certo dia, porém, os caminhos das garotas se cruzaram e elas, acompanhadas de suas respectivas mães, foram parar na mesma festa do Dia das bruxas. Mas não é que a festa acabou numa grande confusão e uma acabou sendo levada pela mãe da outra? Assim, lá se foi a menina para o assustador país das bruxas, e a bruxinha para o cético e amorfo mundo dos humanos. Por sorte, uma série de acasos fez com que tudo acabasse bem, e cada uma delas voltasse sã e salva para a sua verdadeira casa, sem que nenhuma das espantadas mães se desse conta do ocorrido. No fim das contas, tudo isso serviu para que as duas garotas se tornassem grandes amigas…

Gauguin e as cores dos trópicos

A infância na América do Sul, a descoberta do impressionismo, a amizade com Van Gogh, o convívio com os pintores da Bretanha e a longa temporada na Polinésia francesa são alguns fatos importantes da vida do artista, presentes neste livro. No Taiti, o contato com a cultura local exerceu forte impacto sobre sua pintura. Ao lado de Van Gogh e Paul Cézanne, Gauguin teve grande influência na arte do século XX.

DOROTEIA A CENTOPEIA

O que é que neste mundo pode a felicidade trazer?
Quem seria capaz de responder?
Esta é a história da Doroteia, uma triste e solitária centopeia que encontra a alegria de verdade baseada no carinho da amizade.

O trenzinho do Nicolau

Você já viu uma Maria-fumaça, passar apitando cheia de graça? Assim era o trenzinho do Nicolau, um maquinista muito legal. O tempo passa, depressa ou de mansinho, mas Nicolau jamais se esquecerá de seu trenzinho.
As histórias da SÉRIE VOU TE CONTAR! foram escritas pela Ruth Rocha durante os anos de 1969 a 1981 em várias revistas para crianças que ela dirigiu, publicações que faziam um grande sucesso entre os pequenos. São histórias que mostram situações e personagens que valorizam a independência de pensamento e a ousadia: um coelhinho que não queria ser coelho de Páscoa e escolhe outra profissão, um menino fazendeiro que se torna amigo de um menino escravo, um macaco e um porco que são companheiros de aventuras e saem pelo mundo ajudando as pessoas… e muitas outras coisas mirabolantes, que a gente lê, relê e sempre dão muito que pensar!

Camilão, O Comilão

Camilo é um simpático leitão e amigo de todo mundo,porém um grande comilão. Gosta de comer bem, mas nem tanto de trabalhar. Preguiçoso, sem dúvida, mas tem um bom coração.

Ciências – soluções para dez desafios do professor

Nessa obra, o autor Rogério G. Nigro apresenta sugestões de atividades para o professor de ciências dos três primeiros anos do ensino fundamental. Desse modo, ele pode trabalhar temas que fazem parte do currículo da disciplina, como: o meio ambiente, a saúde bucal, noções de química e física, invenções (como a bicicleta e as lentes), e fala também como é importante “fazer ciências” em sala de aula. Com diagramação atraente, fotos e ilustrações coloridas, linguagem clara e direta, o livro certamente vai auxiliar o professor dos anos iniciais em seu dia a dia na escola. A obra conta também com uma comunidade de prática na internet que permite a troca de informações entre os leitores e apresenta recursos multimídia e pedagógicos.

Polígonos, centopeias e outros bichos

A obra explica a noção de polígono, figura plana formada pelo mesmo número de ângulos e lados, identificando o nome de cada um deles. Além de desenvolver os conceitos, a obra propõe uma interessante discussão sobre o significado do saber fazer/falar por meio de uma intrigante parábola.

A hora da decisão

Para Róbson, vencer os caras da quinta série no futebol é questão de honra. Ainda mais quando eles começam a caçoar de seu pai por ser camelô.

CHICLET-O-PEDIA – Super chicletices de A a Z

Desde Apelidos até Umbigo, de Cobaia até Xixi de Sapo, este livro está cheinho de coisas que grudam, escorregam, deslizam, dão nojo ou cheiram mal! São tantos fatos estranhos que você vai ficar horas de boca aberta, falando “Ah, não acredito!”.

Guerra no rio

O livro possibilita ao leitor pensar no desespero dos habitantes de um rio que está sendo destruído pela poluição. Em uma ação desesperada, os peixes, as plantas e as pedras do rio unem-se para enfrentar o mal causado pelos homens.

Mistério do Caderninho Preto

Ela é jovem. Tem apenas 15 anos e é fascinada por livros. Seu melhor amigo, também. Juntos os dois decidem escrever seu primeiro romance: uma história pra lá de misteriosa, que vai envolvê-los em uma divertida aventura.

CHICLETE – SUPER HEROI DO SISTEMA SOLAR

Olhe lá no alto do céu e veja o irmão da Judy Moody, um Super-herói do Sistema Solar! Avante, Plutão! Quando Chiclete fica sabendo que Plutão foi mandado embora da Via Láctea por ser muito pequeno, ele logo sai em defesa dos planetinhas menores e dos nanicos de todo o universo. Mas será que o nosso campeão consegue derrotar uma reunião de cientistas importantes? E ainda a Dona Sabe-Tudo, Riley Ruderríspida?

Eugênio, o gênio

De que vale ser um burro genial se o tipo não consegue ser um burro legal? Eugênio era um gênio, mas vivia empacado; fazia muita onda, era muito mimado! Mas o mundo gira, a vida não pode parar. E o nosso amigo Eugênio terá de desempacar. As histórias da SÉRIE VOU TE CONTAR! foram escritas pela Ruth Rocha durante os anos de 1969 a 1981 em várias revistas para crianças que ela dirigiu, publicações que faziam um grande sucesso entre os pequenos. São histórias que mostram situações e personagens que valorizam a independência de pensamento e a ousadia: um coelhinho que não queria ser coelho de Páscoa e escolhe outra profissão, um menino fazendeiro que se torna amigo de um menino escravo, um macaco e um porco que são companheiros de aventuras e saem pelo mundo ajudando as pessoas… e muitas outras coisas mirabolantes, que a gente lê, relê e sempre dão muito que pensar!

Faz muito tempo

Há muito tempo, vou te contar, ninguém sabia o que havia pra lá do mar. Até que homens e meninos, Pedros e Pedrinhos, criaram coragem e puseram-se a caminho. Rumo a lugares distantes e misteriosos cheios de aventuras para navegantes corajosos.
As histórias da SÉRIE VOU TE CONTAR! foram escritas pela Ruth Rocha durante os anos de 1969 a 1981 em várias revistas para crianças que ela dirigiu, publicações que faziam um grande sucesso entre os pequenos. São histórias que mostram situações e personagens que valorizam a independência de pensamento e a ousadia: um coelhinho que não queria ser coelho de Páscoa e escolhe outra profissão, um menino fazendeiro que se torna amigo de um menino escravo, um macaco e um porco que são companheiros de aventuras e saem pelo mundo ajudando as pessoas… e muitas outras coisas mirabolantes, que a gente lê, relê e sempre dão muito que pensar!

A Velhinha Que Dava Nome às Coisas

Era uma vez uma velhinha que já não tinha nenhum amigo, pois todos eles haviam morrido. Por isso, ela começou a dar nome às coisas que durariam mais que ela: sua casa, seu carro, sua poltrona. Até o dia em que um cachorrinho apareceu no seu portão. Então, a velhinha acaba dando um nome ao cachorrinho, mesmo correndo o risco de sobreviver a ele. A autora trata sutilmente de solidão e perda. As bonitas ilustrações, em aquarela de traço firme, imprimem graça e leveza ao texto.

Judy Moody, a garota detetive

Judy Moody está num astral muito investigativo. Totalmente Mata-Mistério(MM) Ela anda lendo todos os livros de Nancy Drew, a garota detetive, e fica inspirada para ser detetive também. Quando Chips, um cãozinho policial em treinamento, desaparece da cidade, “Judy Olho de Águia” mergulha de cabeça num mistério da vida real!

HISTORIA AVACALHADA

Uma história avacalhada como é que pode ser? Só pode ser engraçada, pra você rir a valer. Mas, quando a autora é Sylvia Orthof, tudo pode acontecer.

HISTORIA ENROSCADA

Uma história enroscada como é que pode ser? Só pode ser enrolada, pra você rir a valer. Mas, quando a autora é Sylvia Orthof, tudo pode acontecer.

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