Jogar todo dia…

…aumenta o aprendizado ao garantir muita diversão num contexto que reúne não só prazer e fantasia mas também regras

 

 

Prazer na repetição
O jogo de exercício é um dos preferidos das crianças de 4 e 5 anos. O barato é a repetição: chacoalhar o dado na palma da mão e soltá-lo sobre a mesa, esperando por um número, é um exemplo. Outro é avançar o peão no tabuleiro a cada rodada. Na pré-escola, jogar é um momento privilegiado para explorar isso. E o bom é que a atividade ganha sentido, pois, quanto mais brincam, melhor fica o desempenho.

Puro faz-de-conta
O jogo simbólico é marcado pela representação. Quando a criança assume o papel de um personagem, ela mergulha no mundo do faz-de-conta. Da mesma forma, um tabuleiro pode representar uma história que só faz sentido durante aquele percurso (na vida real, é um peão ou uma pedra que avançam sobre as casas, mas todos achamos que somos nós mesmos a percorrer a trilha).

Respeito ao combinado
No jogo de regras, o negócio é cumprir as normas estabelecidas. Para vencer uma partida, é preciso andar apenas o número de casas mostrado no dado. Além disso, quando alguém cair numa armadilha, tem de pagar o castigo previsto. Em exemplares criados (ou adaptados) pelos pequenos, é possível inventar ou modificar alguns princípios, o que ajuda a mostrar que nem sempre é necessário só seguir ordens.

O papel do professor
Crianças jogam sob o olhar atento da professora: momento especial para brincar, aprender, propor desafios e os fazer crescer. Escolha os jogos mais adequados para as experiências que você quer valorizar. Essa é a hora de brincar e aprender. Observe como as crianças se comportam e registre tudo. Só assim você vai detectar se aquele jogo específico é desafiador para todos. Faça perguntas que levem a conhecimentos, como ‘quanto você precisa tirar no dado para chegar ao final?’. Para que a turma confeccione um modelo personalizado, é preciso que os pequenos tenham se apropriado do cenário, do enredo e dos personagens. Ainda assim, eles não fazem tudo sozinhos. Você coordena o trabalho, fornecendo materiais e sugerindo reflexões.

FONTE: Revista Escola 

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