Confiram a classificação das equipes na I Olintrílhadas!

Uma atividade interna movimentou todas as turmas
do Ensino Fundamental: a I OLINTRÍLHADAS!

A nossa primeira olimpíada interna aconteceu de 12 a 16 de setembro, inspirada nos jogos Olímpicos e Paralímpicos, com os mesmos princípios e objetivos: propiciar a vivência de uma competição esportiva com diversidade e respeito.

Os alunos participaram das seguintes modalidades Olímpicas: salto em distância, arremesso de peso, corrida 20 m rasos, revezamento 4×20, revezamento 4×20 misto, tiro ao alvo, maratona kids, esgrima e basquetebol.

Nas modalidades Paralímpicas tivemos: vôlei sentado (deficientes físicos), futebol de 5 (deficientes visuais), gol ball (deficientes visuais) e 20 m rasos com guia.

Segundo Rafael Racioppe, professor de Educação Física aqui na escola e idealizador das Olintrílhadas, “o objetivo do evento foi propiciar aos alunos uma vivência de como se realiza uma competição, da maneira de jogar, de respeitar os colegas, de aprender nas derrotas e nas vitórias e acima de tudo, ser leal e generoso com os colegas e consigo mesmo.”

Dos objetivos específicos das Olintrílhadas, destacam-se:
Vivenciar os diferentes esportes;
Aproximar todos os alunos da competição;
Entender as diferentes manifestações esportivas;
Conviver com as diferenças físicas e motoras de colegas de equipe e/ou colegas adversários;
Aprender a lidar com as duas faces da competição, vitória e derrota.

Cerimônia de Abertura
A abertura oficial da I Olintrílhadas aconteceu na segunda-feira, dia 12 de setembro. Os alunos fizeram o juramento esportivo, cantaram o hino nacional, as delegações desfilaram e a tocha olímpica foi acesa.

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Na sequência, recebemos a visita dos para-atletas Carlos e Kauã Avelar, pai e filho, ambos jogadores de basquete em cadeira de rodas. Por meio do depoimento deles, as crianças puderam saber um pouco mais sobre a prática de esportes por deficientes físicos. Carlos tem 46 anos sofreu um acidente de carro há 11, logo que seu filho Kauã nasceu. Por conta do acidente, Carlos perdeu os movimentos das pernas e contou que o primeiro sentimento foi de revolta: “Depois de um tempo, vendo o sofrimento da minha família por eu estar desanimado, acabei encontrando no esporte a motivação que eu precisava.”

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Carlos e Kauã Avelar, pai e filho, ambos jogadores de basquete em cadeira de rodas

O Kauã, que hoje tem 11 anos, nasceu com uma deficiência física e também necessita de cadeira de rodas na maior parte do tempo. “Desde muito pequeno, eu acompanho meu pai na prática esportiva e assim que possível também comecei a jogar basquete em cadeira de rodas.”

Carlos e Kauã fazem parte da Associação de Deficientes Físicos do Paraná e jogam na equipe Fênix – Basquete em cadeira de rodas.

Durante a semana de 12 a 16 de setembro, as crianças participaram animadamente das competições, encarando os novos desafios com muita empolgação.

A entrega das medalhas às equipes participantes aconteceu na segunda-feira, dia 19 de setembro.

Confiram algumas imagens da I Olintrílhadas!

 

 

 

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