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  • 31 out

    15 dicas práticas para ajudar o planeta

    escola

    Ser “verde” não precisa ser uma tarefa difícil, nem significar mudanças drásticas na sua vida. Coisas simples podem fazer a diferença. O CicloVivo separou uma lista com mudanças que podem ser aplicadas à rotina sem muito esforço.

    - Troque suas lâmpadas comuns por uma fluorescente. Se cada família substituir uma lâmpada regular por uma lâmpada fluorescente compacta, a redução da poluição seria equivalente à remoção de um milhão de carros das estradas. Caso não goste da cor da luz, use em closets, lavanderias e outros lugares onde não o incomode tanto.

    - Ao desligar o computador em vez de deixá-lo em modo de suspensão, você pode economizar de 40 watts-hora por dia. Se não quiser esperar seu computador iniciar, configure-o para ligar automaticamente alguns minutos antes de começar a trabalhar.

    - Não pré-aqueça o forno, a menos que você esteja fazendo pão ou bolos. Ligue-o somente quando colocar o prato dentro. Ao verificar seu alimento, olhe através da janela do forno ao invés de abrir a porta.

    - Recicle o vidro. Vidro reciclado reduz a poluição do ar em 20% e a poluição da água em 50%. Se não for reciclado, pode demorar um milhão de anos para se decompor no meio ambiente.

    - Use fraldas de tecido. Até o momento em que uma criança é treinada a ir ao banheiro, ela usa entre cinco e oito mil fraldas, somando milhões de toneladas de resíduos em aterros sanitários a cada ano. Ao utilizar uma fralda de pano ou outro modelo mais ecológico, o impacto será muito mais suave para o planeta.

    - Use varal para secar suas roupas. Ao utilizar o varal, suas roupas vão manter a cor e a forma e irão durar muito mais tempo. Além disso você economiza dinheiro ao economizar energia e ajuda o meio ambiente.

    - Evite fazer refeições a base de carne, isso ajuda o planeta e sua dieta. Por exemplo: são necessários mais de nove mil litros de água para produzir meio quilo de carne bovina. Além disso, poupa-se algumas árvores. Para cada hamburger originado de animais criados em terras da floresta, cerca de 55 m2 foram destruídos.

    - Tome banhos mais curtos. A cada dois minutos que você diminui no banho podem ser economizados mais de 37 litros de água.

    - Lembre-se da quantidade de poluição gerada para trazer o alimento da fazenda para sua mesa. Sempre que possível, compre de agricultores locais ou mercados de agricultores, apoiando a economia local e reduzindo a quantidade de gases do efeito estufa emitidos quando os produtos são transportados por caminhão.

    - Considere a compra de itens de uma loja de segunda mão. Brinquedos, bicicletas, patins, podem ser encontrados em lojas deste tipo. Muitas vezes esses itens são vendidos em excelentes condições, uma vez que são usados ??por um período curto de tempo.

    - Se tiver jardim, regue suas plantas ou gramado no início da manhã antes que qualquer umidade seja perdida por evaporação. Se tiver alguma erva daninha, trate-a com vinagre.

    - Sempre desligue as lâmpadas incandescentes quando sair de uma sala. As lâmpadas fluorescentes são mais afetadas pelo número de vezes que é ligada e desligada, então desligue quando sair de uma sala por 15 minutos ou mais. Deste modo, a energia da lâmpada em si é economizada, e os custos de resfriamento também.

    - Veja com seu empregador se você pode trabalhar em casa uma parte da semana. Deste modo economiza-se dinheiro, gasolina e diminui o número de carros nas ruas contribuindo com o trânsito de sua cidade.

    - Lava rápido de carros profissional geralmente são mais eficientes no consumo de água. Caso prefira lavar em casa utilize panos úmidos e um balde d’água.

    - Antes de jogar algum item fora, pense se alguém está precisando dele. Doe para uma organização de caridade ou ofereça em um site projetado para conectar pessoas e coisas.

    FONTE: BioÉ Orgânicos

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    Ser “verde” não precisa ser uma tarefa difícil, nem significar mudanças drásticas na sua vida. Coisas simples podem fazer a diferença. O CicloVivo separou uma lista com mudanças que podem ser aplicadas à rotina sem muito esforço.
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    ajudar planeta
  • 28 out

    Proteção dentro de casa

    escola

    Até mesmo as luzes artificiais podem prejudicar sua pele.

    Não é apenas a exposição à luz do sol que pode deixar manchas e marcas na sua pele. As luzes artificiais da sala, da televisão e do computador também são responsáveis pela produção de radicais livres, que causam envelhecimento e inflamação das células da pele.

    Além dos protetores solar, que devem ser usados mesmo em ambientes fechados, já existem cosméticos feitos com luteína, substância encontrada na retina e que protege os olhos da luz.

    Especialistas descobriram que é possível extrair esta substância e aplicá-la diretamente na pele, principalmente para a proteção das luzes artificiais durante a noite. Mesmo com todos os benefícios, ainda não há estudos sobre o uso de produtos a base de luteína em gestantes ou lactantes.

    Se você trabalha em frente ao computador o dia todo, ou tem tendência a apresentar manchas na pele – principalmente no rosto –, o uso de protetor solar é indispensável.

    FONTE: Revista Pais & Filhos

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    Até mesmo as luzes artificiais podem prejudicar sua pele.

    Não é apenas a exposição à luz do sol que pode deixar manchas e marcas na sua pele. As luzes artificiais da sala, da televisão e do computador também são responsáveis pela produção de radicais livres, que causam envelhecimento e inflamação das células da pele.
    Além dos protetores [...]

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    luz, proteção
  • 28 out

    Nível de brigas no casamento não muda com o tempo

    escola

    Estudo traz boa notícia para os casais que brigam pouco – e péssima para aqueles que brigam muito.

    É provável que a quantidade de brigas e discussões no casamento não mude ao longo dos anos, aponta um novo estudo. Entre 1980 e 2000, pesquisadores da Universidade de Ohio acompanharam mil casais que foram classificados em três grupos: uniões de conflito baixo, médio e alto. Ao longo de 20 anos de estudos houve pouquíssima variação no nível de conflitos de todos eles.

    Da amostragem total, 16% dos casais apresentaram níveis baixos de conflitos conjugais, 60% foram classificados com moderados e 22% foram demonstraram altos níveis de conflitos.

    Nas relações com baixos níveis de conflitos os casais mostraram-se mais propensos para a tomada de decisões em conjunto. “É muito interessante porque você pode pensar que isso poderia criar oportunidades para desentendimentos, mas não foi o que encontramos”, declarou a autora do estudo Claire Kamp Dush, professora-assistente de desenvolvimento humano e ciências da família. “Talvez seja porque, se os dois têm algo a dizer na hora de tomar uma decisão, isso significa que eles podem estar mais satisfeitos com a relação e menos propensos a brigar”, completou.

    A pesquisa também apontou que os participantes classificados em relações com poucos desentendimentos eram mais propensos a dizer que acreditavam no casamento tradicional, para a vida inteira. “Pessoas que acreditam que o casamento deveria durar para sempre também devem acreditar que discussões não valem a pena. Eles estão mais propensos a deixarem as diferenças de lado”, disse Kamp Dush.

    FONTE: IG Delas

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    Estudo traz boa notícia para os casais que brigam pouco – e péssima para aqueles que brigam muito.

    É provável que a quantidade de brigas e discussões no casamento não mude ao longo dos anos, aponta um novo estudo. Entre 1980 e 2000, pesquisadores da Universidade de Ohio acompanharam mil casais que foram classificados em três [...]

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    brigas, casamento
  • 27 out

    Variar sabores melhora a alimentação e estimula o cérebro

    escola

    Qualquer um que provar um pedaço de jiló sentirá o amargo em alguns milissegundos. Muitos rejeitarão esse sabor, o que é uma pena.
    A ciência pesquisa o tema, mas não se sabe ao certo o que faz alguém gostar ou desgostar de certos alimentos.

    “Há uma nuvem de fatores que envolvem a degustação”, diz o neurofisiologista brasileiro Ivan Eid de Araújo. Existem os fatores biológicos –como os receptores gustativos da língua, o olfato e até a temperatura do alimento–, mas também os genéticos, pouco conhecidos, e os socioculturais, muito variáveis.

    “A quantidade de influências extraorais é enorme. Crianças que comem com a família várias vezes por semana, por exemplo, se alimentam melhor”, diz o especialista, que é pesquisador na Universidade Yale (EUA).

    Para complicar, o jeito que cada um processa um gosto é influenciado por sensações psicológicas e físicas de prazer. “Alguns alimentos ativam regiões ligadas à sensação de bem-estar. Quanto mais energética for a comida, mais sentimos prazer. É uma questão biológica, para garantir nossa sobrevivência”, afirma o neuropsicólogo Paulo Jannuzzi Cunha, do Hospital das Clínicas de SP.

    Sobre o prazer psicológico, a lógica é simples: preferimos alimentos ligados a memórias positivas. E é aí que o sabor doce sai ganhando: além de ser energético, quase sempre traz boas lembranças.

    Se não há certeza sobre o porquê das preferências, uma coisa é certa: quanto mais sabores tem uma dieta, melhor.

    “Gostos diferentes significam nutrientes diferentes. Frutas cítricas têm esse sabor por causa do ácido ascórbico”, explica a nutricionista Cláudia Lobo, autora de ªComida de Criançaº (MG Editores, 248 págs., R$ 69,90).

    Proteínas e minerais também têm gostos próprios.

    EXERCITE A LÍNGUA
    A variedade é boa não só para o corpo. Cada gosto ativa grupos de receptores específicos na língua e em regiões cerebrais distintas.

    Degustar o amargo, o doce e o azedo é uma boa maneira de exercitar o cérebro, segundo a pesquisadora espanhola Ana San Gabriel, que estuda a fisiologia do sabor. “É parecido com falar diferente línguas ou ver diferentes cores.”

    San Gabriel é coordenadora do Centro de Informação do Umami, organização internacional que divulga o quinto gosto reconhecido pela ciência (além de doce, salgado, azedo e amargo).

    O gosto umami (que quer dizer “saboroso” em japonês) foi reconhecido como tal no começo dos anos 2000. A descoberta, porém, foi feita há mais de cem anos por um japonês que ficou intrigado com o sabor único de uma sopa de algas, diferente de tudo que ele conhecia. Ele começou a pesquisar e descobriu a molécula responsável por aquele gosto.

    Hoje, o umami é definido como o gosto de aminoácidos tipo glutamato, presente em proteínas. Está entre o salgado e o doce, mas permanece por mais tempo na boca.

    O queijo parmesão curado tem alta concentração de umami, presente também em cogumelos, carnes e legumes (veja tabela).

    Para Ricardo Maranhão, professor de história da gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi, apesar de o umami ser pouco reconhecido, é popular. “A comida brasileira tem muito desse gosto. Feijão com carnes embutidas, por exemplo.”

    Além do umami “in natura”, há produtos industrializados que ganham esse sabor a partir da adição de glutamato monossódico. A substância está presente no trio ketchup, salsicha e macarrão instantâneo, unanimidade entre as crianças, coitadas.

    EDUCAÇÃO DE GOSTO

    Contra essa armadilha do “saboroso” é preciso treinar o paladar infantil. Não é verdade que as crianças são mais frescas do que os adultos para comer, o que acontece é que elas são mal acostumadas com o mais fácil.

    “Os primeiros alimentos são adocicados. Leite da mãe, mamadeiras preparadas com farinhas, papinhas de frutas aguadas e doces”, diz a nutricionista Cláudia Lobo.

    Perder o costume é difícil. Uma forma é fazer com que a criança prove de oito a 12 vezes um mesmo alimento preparado de formas diferentes: cozido, grelhado, assado. Só assim ela poderá dizer se gosta ou não do sabor. “Se fizermos isso, a minoria dos alimentos será rejeitada.”

    Se há resistência a algum sabor, mesmo depois de adulto vale usar o velho truque de enfeitar a comida (um bolinho de espinafre), abusar de temperos naturais e se aproveitar de industrializados que deixam a comida mais gostosa e não são tão vilões.

    “Não vejo problemas no uso de temperos prontos, maionese ou ketchup, se for para melhorar a variedade da dieta”, diz a nutricionista Carolina Godoy.

    Pessoas mais velhas ou pacientes de quimioterapia podem perder o prazer pela comida. Isso acontece porque as papilas gustativas deixam de se renovar com a frequência ideal.

    Para essas pessoas, conhecer o sabor umami pode ser útil. A nutricionista Ilana Elman, em sua tese de doutorado, constatou que crianças com dificuldades alimentares são sensíveis ao quinto gosto e aceitam melhor a comida com esse sabor, industrializada ou não.

    Mas o uso exagerado de realçadores de gosto esconde o alimento e causa dependência, alerta a bioquímica e nutricionista Lucyanna Kalluf. “A pessoa pode só gostar de comer brócolis se for com tempero artificial.”

    Para Elman, os industrializados já fazem parte da dieta e esse é um caminho sem volta, viciamos no sabor e na facilidade. Para as crianças, ela recomenda o preparo mais caseiro de pratos considerados “trash food”, como hambúrguer ou nuggets.

    FONTE: Folha.com

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    Qualquer um que provar um pedaço de jiló sentirá o amargo em alguns milissegundos. Muitos rejeitarão esse sabor, o que é uma pena.
    A ciência pesquisa o tema, mas não se sabe ao certo o que faz alguém gostar ou desgostar de certos alimentos.

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    alimentação, paladar, sabores
  • 27 out

    Genética e alimentação na gravidez influenciam o paladar do bebê

    escola

    Pesquisadores americanos descobriram que, assim como os alimentos que a gestante ingere, a genética também interfere na formação das preferências alimentares da criança.

    Quantas vezes você já ouviu, durante a gravidez, que os alimentos ingeridos nesse período influenciam o desenvolvimento do paladar do seu filho? Muitos estudos mostram que os sabores desses alimentos interferem na composição do líquido amniótico (que envolve o bebê na placenta). O fato de ingerir esse líquido o tempo inteiro, antes de nascer, pode resultar em preferências por esses alimentos no futuro.

    Agora, cientistas do Centro Monnel Chemical Senses (instituição norte-americana de pesquisa sobre a importância dos sentidos para a saúde) descobriram que uma determinada proteína que é encontrada em uma célula das papilas gustativas (saliência na mucosa da língua) pode ser fundamental para a criança aceitar sabores amargos.

    Segundo os pesquisadores, que fizeram experimentos com ratos, os animais que tinham herdado a proteína chamada Serca3 aceitavam os alimentos amargos com mais facilidade. Já os que não tinham a proteína na célula se mostraram mais sensíveis e rejeitaram os alimentos amargos. Em outras palavras, se você não gosta de alimentos amargos, como escarola e acelga, seu filho também pode não gostar.

    Para o obstetra Abner Lobão, da Universidade Federal de São Paulo, o estudo reforça que não é só o meio o responsável pelos hábitos alimentares das pessoas, mas a genética também interfere no paladar do bebê. “Muitos estudos falam da importância dos alimentos que a gestante ingere durante os nove meses para a alimentação da criança, mas não se sabe o quão desenvolvidas estão as papilas gustativas do feto”, diz. “Tampouco se tem certeza se os sabores que chegam pelo cordão umbilical são os mesmos do alimento in natura, por exemplo.” Ele acredita que o resultado final dessas pesquisas, provavelmente, vai mostrar que todos os aspectos se completam: genética, apresentação dos alimentos durante a gestação e na primeira infância e hábitos culturais.

    FONTE: Revista Crescer


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    Pesquisadores americanos descobriram que, assim como os alimentos que a gestante ingere, a genética também interfere na formação das preferências alimentares da criança.

    Quantas vezes você já ouviu, durante a gravidez, que os alimentos ingeridos nesse período influenciam o desenvolvimento do paladar do seu filho? Muitos estudos mostram que os sabores desses alimentos interferem na composição do líquido amniótico (que envolve [...]

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    alimentação, genética, paladar
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