Para 80% dos pais, educação dos filhos é prioridade nas despesas, diz pesquisa
Entre os domicílios brasileiros, 35% dos homens são pais ou responsáveis diretos por algum morador.
Entre os homens brasileiros, 35% são pais/tutores ou responsáveis diretos por algum morador do domicílio. É o que indica uma pesquisa realizada pelo Ibope Media com 20.736 pessoas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Brasília e cidades interiores das regiões Sul e Sudeste.
De acordo com o levantamento, nas capitais de Recife e Curitiba está o maior número dos pais brasileiros (38%). Por outro lado, Salvador é a metrópole que apresenta o menor índice, 29% são pais. Em relação aos hábitos e saúde dos homens que têm filhos, a estudo aponta que 39% praticam alguma atividade física e que 64% só procuram um médico quando estão realmente doentes. Apenas 27% declararam que seriam capazes de fazer uma cirurgia para melhorar a aparência.
Sobre hábitos de consumo, 59% dos entrevistados afirmam ter realizado compras pessoais nos últimos 30 dias. Desse percentual, somente 22% das aquisições foram feitas pela internet. A maioria dos pais prefere fazer compras em lojas de rua (78%) e shoppings (63%), sendo que, dos produtos, 65% eram roupas masculinas, 60% calçados e 52% roupas femininas. Ainda em relação ao consumo, 78% procuram ofertas e descontos e para adquirir um bem mais caro, 66% planejam anteriormente.
Para 80% dos pais, a educação dos filhos é a prioridade nas despesas e 60% garantem que criam as crianças para o mundo. Em relação aos gastos, somente 37% dizem que as crianças influenciam nas compras de casa e 59% admitem que é difícil dizer não aos filhos.
FONTE: Mundo do Marketing
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Entre os homens brasileiros, 35% são pais/tutores ou responsáveis diretos por algum morador do domicílio. É o que indica uma pesquisa realizada pelo Ibope Media com 20.736 pessoas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, [...]
O que você deve saber sobre a vacina da gripe 2011/2012
1. Quem deve ser vacinado para gripe?
Todos entre 6 meses de idade em diante deveriam tomar a vacina da gripe. Entretanto crianças maiores que 6 meses, Professores e contatos de crianas com menos de 6 meses de idade, idosos com mais de 60 anos, profissionais de saúde, gestantes, portadores de doença crônica como DPOC, Asma, Diabetes, etc, população indigena constituem o grupo de maior risco, e portanto, prioritário.
2. Qual a melhor data para receber a Vacina?
Como a vacina demora cerca de 3 meses para atingir seu maior efeito de proteção, o melhor momento para receber a vacina da gripe é no inicio do outono que no hemisfério norte se dá em outubro e no hemisfério sul em abril.
3. Por que estar vacinado contra o influenza?
A gripe é causada pelos vírus influenza e trata-se de uma doença contagiosa, que se transmite através de tosse, coriza ou secreções nasais. O grupo mais afetado é o de crianças que deveriam ser prioritariamente vacinadas. Entretanto, como explicitado acima outros grupos estão sobre risco e deveriam prevenir as complicações de gripe como a pneumonia. Tomando a vacina da gripe você protege- se de complicações, minora o risco de internação e inclusive de óbito pela gripe. Além disso, o vírus da gripe está sempre sofrendo mutações, sendo aconselhado receber a vacina antiinfluenza anualmente.
A Vacina da gripe da temporada 2011/2012 é Triviral, protegendo contra 3 virus influenza ( um influenza tipo B, um tipo A H2N3 e o influenza tipo A H1N1 da gripe suina)
4. Quais são os riscos associados a vacina da gripe?
A Vacina da gripe que contem vírus mortos é tomada por via injetável. Como todo medicamento, pode apresentar reações que em geral são leves:
- Dor de garganta, tosse, olhos vermelhos e coriza;
- Febre baixa, dor e inchaço no local da aplicação da injeção.
Quando estes problemas ocorrem, podem iniciar no momento da aplicação e durar entre 24 a 48 horas.
Reações Moderadas:
- Convulsão pode ocorrer em algumas crianças quando a vacina antiinfluenza for associada a vacina pneumocócica 13 valente ( PCV 13). Portanto, é prudente saber se a criança possui histórico anterior para convulsão, e perguntar ao seu médico por informações complementares.
Reações Graves:
- Reações alérgicas graves associadas a vacinas são extremamente raras. O risco para síndrome de Guillain Barré é de 1 caso para 1 milhao de pessoas vacinadas. Este risco é menor do que o risco para as complicaçoes da gripe.
ATENÇAO: Em alguns paises ha a disponibilidade para Vacinas inalatorias com virus atenuados (vivos e enfraquecidos). Estas vacinas são contraindicadas para gestantes.
5. Onde posso saber mais sobre vacinas?
Pergunte ao seu medico por maiores infomações.
Outras informações podem ser obtidas no site do Ministerio da Saude no Brasil
E nos Estados Unidos no site do CDC
Ou ligando para 1-800-232- 4636 (1-800-CDC-INFO)
FONTE: Pulmão SA
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Todos entre 6 meses de idade em diante deveriam tomar a vacina da gripe. Entretanto crianças maiores que 6 meses, Professores e contatos de crianas com menos de 6 meses de idade, idosos com mais de 60 anos, profissionais de saúde, gestantes, portadores de doença crônica como DPOC, Asma, [...]
10 dicas para prevenir doenças com a mudança brusca de tempo
Veja alguns cuidados para cuidar da saúde do seu filho e evitar os problemas típicos da estação.
O dia amanhece com o sol a pino. Na hora do almoço, o céu já está cheio de nuvens. No fim do dia, além do frio, começa a cair uma garoa fina. Durante o inverno, a mudança de tempo brusca é comum. E quem mais sofre com essas oscilações na temperatura são as crianças, em especial as alérgicas. Nesta época do ano, o movimento nos hospitais dobra. As principais queixas são tosse, espirro, nariz entupido, conjuntivites e dor de garganta. Segundo Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP), os quadros mais comuns são os recém-nascidos com obstruções nasais e as crianças com resfriados, laringites e quadros alérgicos.
Para ajudar você a amenizar os problemas mais frequentes que costumam aparecer, selecionamos 10 dicas infalíveis do que fazer e do que é melhor evitar. Confira.
=> Dê muito líquido para as crianças;
=> Não leve seu filhos a lugares com aglomeração de pessoas;
=> Evite ambientes fechados;
=> Deixe sua casa ventilada;
=> Cuide da hidratação e alimentação do seu filho; ofereça alimentos leves e saudáveis
=> Lave roupas, edredons, cobertores e casacos que estiverem guardados há muito tempo, porque podem ter acúmulo de poeira;
=> Evite sair com as crianças no fim da tarde porque a queda brusca na temperatura e o sereno são mais intensos nessa hora do dia;
=> Se o nariz do seu filho estiver obstruído, faça higiene nasal com soro fisiológico;
=> Inalação só com soro ajuda a fluidificar a mucosa respiratória caso a criança esteja gripada;
=> Ligue para o pediatra caso perceba algum sinal de desconforto respiratório na criança. E nunca medique o seu filho por conta própria!
FONTE: Revista Crescer
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O dia amanhece com o sol a pino. Na hora do almoço, o céu já está cheio de nuvens. No fim do dia, além do frio, começa a cair uma garoa fina. Durante o inverno, a mudança de tempo brusca [...]
O lobby dos alimentos
É impressionante o lobby da indústria de alimentos, a pressão que exerce para limitar a regulamentação e o controle pelas autoridades sanitárias da fabricação, distribuição e propaganda da comida que a população compra e consome, distraída demais para prestar muito atenção à qualidade da mercadoria.
O fenômeno é mundial, mas vemos um esforço extra no Brasil para impedir que o consumidor receba mais alertas sobre alimentos, como os que partem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma entidade que existe justamente para exercer esta função: proteger a saúde do público.
Veja-se o que ocorreu recentemente, quando a Anvisa baixou resolução com regras para a propaganda de alimentos com gordura e açúcar demais. A indústria estrilou logo, através de seu órgão de classe, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).
A entidade empresarial foi habilidosa o suficiente para não ir contra o espírito de proteção da saúde contido no alerta da agência pública. Em vez disso, usou argumentos contorcidos de que as restrições significavam uma ameaça à liberdade de expressão (das agências de publicidade que promovem alimentos) e uma violação da Constituição.
Quer dizer então que um órgão público encarregado de proteger a saúde dos cidadãos não pode exigir que os fabricantes de alimentos e os encarregados de promovê-los alertem o público sobre a presença de substâncias que podem lhes fazer mal?
O que a Anvisa pretende é inibir o consumo excessivo de alimentos danosos; daí sua resolução para que os produtos à venda contenham alertas, como o que deverá dizer na propaganda: “(esta marca) contém muito açúcar e, se consumida em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária”. Sensato, não? Só que a indústria e os publicitários consideram essa iniciativa da agência sanitária uma intromissão indevida em suas atividades. Ora, é não apenas um direito mas uma obrigação da Anvisa agir assim.
Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde revelou que mais de 46% da população brasileira está acima do peso considerado razoável, situação que resulta sobretudo do consumo maior de alimentos industrializados e refeições prontas, que apelam para o uso intenso de açúcar e sal, além de conservantes químicos.
A necessidade de alertar o público é maior ainda quando o alvo principal da propaganda são crianças, mais vulneráveis ao consumo de alimentos e bebidas com excesso de açúcar, gordura ou sal. Estudos internacionais demonstram que a vontade das crianças pesa na escolha de até 80% do que as famílias compram para comer e beber.
Aqui no Reino Unido, há muitas restrições à propaganda destinada a crianças. Comerciais rotineiros na programação infantil da TV brasileira não seriam aprovados pelas agências britânicas controladoras do setor. Será que isso ocorre aqui porque os britânicos não têm liberdades, a democracia de 800 anos é fajuta, o direito de expressão não existe, a censura é ameaçadora, conforme a argumentação que o lobby do setor usa no Brasil, para evitar controle de suas práticas?
Ainda assim, como a promoção de comida e bebida em horários “não infantis” prossegue no Reino Unido, mesmo sob restrições, crianças aqui acabam tomando conhecimento da existência de, por exemplo, lanchonetes como McDonald”s e suas atrações cheias de sal e gordura, além das frituras, e assim exigem dos pais que comprem os produtos anunciados.
Surge daí a preocupação, já presente no Brasil, inclusive no Congresso, de examinar o efeito da publicidade dirigida a crianças. Uma pesquisa encomendada pelo Projeto Criança e Consumo ao Datafolha, revelou que 73% dos pais concordam com algum tipo de restrição à publicidade focada em crianças. Outro estudo (Instituto Sensus, 2007) constatou que 58% dos pais nem ao menos sabem o que os filhos veem na TV.
Um Fórum Internacional Criança e Consumo, realizado em São Paulo em abril, tratou dos impactos negativos da mercantilização na infância, com participação de especialistas internacionais, como a psicóloga americana Susan Linn. Ela alertou para a necessidade de regulamentar a propaganda dirigida ao público infantil, alvo de uma artilharia de venda de produtos, desde o acordar até a hora de dormir, incluindo os períodos na escola e no lazer.
“Todos esses momentos estão tomados pela publicidade, pelo marketing ou pelos produtos licenciados de heróis ou personagens da TV”, disse a psicóloga. Referia-se naturalmente aos Estados Unidos, mas ninguém tem dúvidas de que o Brasil acompanha a tendência.
Chega-se até a inibir as velhas brincadeiras de crianças nas ruas ou nos pátios das escolas, complementou outro participante do Fórum, o sociólogo americano Benjamin Barber.
- O mercado quer impedir que as crianças brinquem – alertou Barber – porque quando isso acontece elas não precisam de nada além da imaginação, e isso não rende lucros comerciais.
Isso me lembra uma entrevista que fiz este ano com o sociólogo britânico Steve Fuller, da Universidade de Warwick, no interior da Inglaterra. Ele defende o ensino de técnicas de mídia a crianças de nível primário e secundário, para que elas aprendam desde cedo os truques e as possibilidade de manipulação das mensagens, sejam políticas ou comerciais.
A memória me levou também a uma entrevista ainda mais recente que fiz aqui em Londres com Felicity Lawrence, autora do livro Eat Your Heart Out, um título de tradução literal difícil, porque envolve uma expressão de duplo sentido no original, mas que pode ser descrito melhor pelo subtítulo: Porque o Negócio de Alimentação é Ruim para o Planeta e Para a Sua Saúde.
Lawrence correu mundo (inclusive o Brasil) pesquisando o assunto e sustenta que a indústria mundial de comida nos alimenta mal, cria hábitos pouco saudáveis e nos entope de substâncias danosas ao organismo, enquanto acumula lucros bilionários. Diz que grandes empresas multinacionais dominam o setor e fogem da transparência que revelaria ao público suas práticas nocivas.
Mais pertinente ao que tratamos neste artigo, ela lembra que o consumidor mal tem tempo para fiscalizar a mercadoria que compra para sua família comer, sem perceber quando é manipulado pela má-informação.
Em meio a uma discussão desse tipo, fica difícil levar a sério o argumento da indústria e seus defensores no Brasil de que as tentativas da Anvisa de informar melhor o cidadão, a fim de proteger sua saúde, constitui abuso à liberdade de expressão.
FONTE: Gazeta Digital
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O fenômeno é mundial, mas vemos um esforço extra no Brasil [...]
Três testes promissores
Um para o bebê, um para grávida e um para o homem que tem problemas de fertilidade.
Problema auditivo no recém-nascido
Médicos da Universidade de Alabama, em Birmingham (EUA), criaram um exame capaz de identificar problemas auditivos através da saliva do bebê. O teste verifica se a mãe infectada transmitiu, durante a gravidez, o citomegalovírus (da família do herpes), responsável por 25% dos problemas auditivos em recém-nascidos. Na maioria dos casos, afirma Alice D’Agostine Deutsch, coordenadora médica da unidade de neonatologia do Hospital Albert Einstein (SP), a criança não vai apresentar nenhum sintoma ao longo da vida, mas existe a possibilidade de ter sequelas, como a perda auditiva. A ideia dos autores é que, por ser mais barato, ele seja feito em larga escala. Hoje, é preciso coletar sangue para comprovar a doença. Não há previsão da chegada do teste ao Brasil.
Parto prematuro
Um novo teste que prevê as chances de a mulher ter parto prematuro deve ficar pronto em 2012. A avaliação de um biomarcador, presente no sangue da paciente, revelaria o resultado. “A ideia de ser feito a partir de uma coleta de sangue é especialmente interessante pois evita manipulações e testes mais invasivos, que são os disponíveis hoje”, afirma Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, chefe do pré-natal personalizado da Unifesp. Hoje, é possível prever o parto prematuro em alguns casos. Além do histórico da gestante, um exame clínico detalhado, um pré-natal cuidadoso e um exame de coleta de secreção vaginal estão disponíveis. Mas muitos dos casos não têm uma causa facilmente identificável.
Infertilidade masculina
A Universidade de Queen’s Belfast (no Reino Unido) criou um teste, o “Cometa Esperma”, que é mais sensível que os disponíveis hoje e avalia danos do DNA de cada esperma, individualmente. Com isso, seria possível prever o sucesso de tratamentos de infertlidade masculina e encaminhar casais a tratamentos específicos, que podem dar melhores resultados, reduzindo o tempo de espera para se conseguir engravidar. Por enquanto, o teste só está disponível em algumas clínicas no Reino Unido.
FONTE: Revista Crescer
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Problema auditivo no recém-nascido
Médicos da Universidade de Alabama, em Birmingham (EUA), criaram um exame capaz de identificar problemas auditivos através da saliva do bebê. O teste verifica se a mãe infectada transmitiu, durante a gravidez, o citomegalovírus (da família [...]


