RESENHAS DO MÊS DE JULHO 2011
Tudo bem ser diferente
Trabalha com as diferenças de cada um de maneira divertida, simples e completa, alcançado o universo infantil e abordando assuntos que deixam os adultos de cabelos em pé, como adoção, separação de pais, deficiências físicas e preconceitos raciais, entre outros.
Ler é uma gostosura
Todd mostra que ler não é importante apenas para “viajar” com a imaginação, mas para quase tudo na vida. É preciso saber ler para aprender a cozinhar, para entender as placas na rua, para conhecer novas culturas e muito mais. Com humor e simplicidade, o autor incentiva a leitura e mostra a importância da alfabetização.
O livro do planeta Terra
mostra que pequenos gestos podem fazer toda a diferença quando o assunto é preservação do planeta. Gestos simples como não usar sacolas plásticas, reciclar o lixo, economizar água, não poluir o ar, apagar as luzes e não desperdiçar alimentos são fundamentais para manter um planeta sustentável. O livro traz ainda um cartaz com “10 coisas que eu posso fazer para salvar o planeta”, que pode ser destacado do livro.
Linha do tempo
A autora pesquisou e catalogou centenas de informações curiosas sobre invenções, organizando-as em linhas do tempo, desde as mais antigas, datadas de milhares de anos antes de Cristo, até a atualidade. O livro está dividido em dez categorias: alimentação, artes, comunicação, dinheiro, guerras, habitação, religião, saúde, transporte e vestuário.
O leão camaleão
Todos conhecem o rei dos animais. E muita gente já deve ter ouvido falar de um animalzinho que muda de cor conforme o lugar por onde passa.
Nita e a princesa das bruxas
Em mais uma de suas aventuras, desta vez, a bruxinha Nita diz umas palavras mágicas e, pronto!, transforma a pequena Trixie na princesa das bruxas e, ainda, lhe dá um tapete voador. É noite e elas saem a voar pelo céu todo estrelado tão rápido como se fossem um cometa. Não é pra menos, pois o tapete voador é mais veloz do que cem vassouras juntas! Pelo caminho, além de muita mágica, o encontro com a Bruxa Circense, com a Bruxa Barqueira e, até, uma surpresa incrível: com a Bruxa Baloeira. O passeio está delicioso, porém a noite já começa a se despedir e elas precisam voltar para casa antes de o dia clarear. Mas como? Que tal embarcar nessa fantástica viagem e descobrir?
Um corvo torto
Carlos é apenas um corvo alegre,muito alegre mesmo. Mas quando ele canta, todos tapam os ouvidos. Ninguém acha graça de suas piadas, e todos tiram sarro de suas roupas coloridas. Noutras palavras: Carlos é um corvo torto. Certodia, não aguentando mais essa situação, ele voa e vai embora. E, bem longe de casa, dança, canta e conta histórias sem papas no bico.
A princesa que tudo sabia
Em perfeita harmonia com as lindas ilustrações de Dino Bernardi Junior, Rosane Pamplona vai lá no fundo de nossa memória resgatar as instigantes, desafiadoras e divertidas charadas, adivinhas e enigmas que tanto povoaram nossa infância. Uma viagem encantadora e inteligente pelo fascinante mundo do saber, da descoberta, do conhecimento. E não há como deixar de ficar pensando. Afinal, quem de nós, algum dia, já não se viu preso à famosa pergunta: “O que é, o que é…?”
É difícil se apressar quando se é um caracol
Aonde Caracol vai com tanta pressa? Chegará a tempo? Tudo se esclarece quando o pequeno caracol finalmente chega, são a salvo, à Arca de Noé. “ – estou com pressa! viagem importante! – e lá se foi o elefante. ” não posso me atrasar! Caracol também não quer se atrasar, mas não consegue ir mais depressa…
Bonita, é assim que vovó me chama
Dos mesmos criadores do best-seller Mamãe, Você Me Ama? Uma história meiga, que revela o quanto o amor de uma avó é eterno e incondicional.
A Princesa Tiana e o Sapo Gazé
Princesas, filas de pretendentes e sapos fazem parte do imaginário popular. Usando tais personagens, Márcio Vassallo nos conta a história A Princesa Tiana e o Sapo Gazé com uma linguagem moderna, entremeada por trechos hilários, até o clímax final: o beijo. Após o beijo, a criatividade do autor nos surpreende com um final encantador. As ilustrações de Mariana Massarani enfatizam a graça do texto e nos divertem a cada página.
Meu avô italiano
As férias escolares se aproximam, e Tito terá muitas surpresas. Revendo as fotos da família ao lado do avô, o garoto descobre como era a vida de seus parentes na Itália, por que eles vieram para o Brasil e como foi a adaptação ao novo país. Relembrando antigas histórias, o avô de Tito mostrará que no Brasil tem muito mais da Itália do que se imagina.
Meu avô africano
O garoto Vítor Iori descobre que a vinda dos africanos para o Brasil foi bem diferente da dos imigrantes europeus. Ele aprende com seu avô Zinho a história de seus antepassados, como era a vida no período da escravidão, a origem de seu próprio nome e descobre a importância de preservar as raízes de seu povo. Com a ajuda de sua tia e de seu avô, Vítor apresentará na escola um trabalho que será uma verdadeira aula sobre a riqueza da cultura africana.
Meu avô espanhol
João descobre que seu avô veio da Espanha de navio e que lhe deixou de herança muito mais que um simples sobrenome. Por meio dos livros e de conversas com seu pai, o menino conhece a cultura espanhola e tem um encontro mágico e emocionante com seu avô espanhol.
Meu avo grego
Apolo e seus irmãos sempre passam as tardes de domingo ao lado do avô, que adora contar histórias da mitologia grega e de seu país natal. Petros revela aos netos como era sua vida na Grécia, os costumes de seu povo, os motivos que o fizeram vir para o Brasil e as dificuldades no novo país. Nesses vários encontros, Apolo aprende sobre suas origens, a importância da Grécia na história da civilização e, principalmente, o valor da família.
Girafa
O resultado desse montão de dúvidas se tranformou no livro Girafa tem torcicolo? – E outras perguntas divertidas do mundo animal. De um jeito fácil e bem-humorado, o autor responde as mais divertidas dúvidas sobre o reino animal.
A Árvore da família
Propõe uma brincadeira divertida, que envolve pesquisa, geografia, história e muita cultura popular!
A carta roubada
O investigador Chevalier Auguste Dupin precisa decifrar um mistério: quem teria roubado a valiosa carta do ministro D.? Intrigas políticas e alta sociedade, um ministro ladrão, um policial incansável e um investigador que sabe raciocinar com uma lógica diferente são os personagens desta clássica obra de Edgar Allan Poe.
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER
O problema é que muitas pessoas parecem estar envolvidas nessa cilada: um guardinha de praça, um síndico mal-humorado, além de alguns colegas da escola, que pelo jeito não gostam muito do Clube dos Contrários. Para desvendar esse mistério e separar os inocentes dos culpados, o clube precisa recorrer à sua grande especialidade – pensar de um modo diferente, encarando as coisas pelos ângulos que os outros não estão acostumados a ver.
Clube dos Contrários
Cujos membros só falavam em gualín (“língua” de trás para a frente) e onde o chamavam de Caju. Foi interessantíssimo, é claro, mas eles enfrentaram certos problemas. Por exemplo: no mundo dos adultos, jogava-se a casca fora e comia-se a banana; no mundo ao contrário, devia-se então jogar fora a banana e comer a casca?
Sopa 100% bruxesca
A bruxa Croquilda estava morrendo de fome, coitada. (Fome de bruxa é uma coisa descomunal…) Só que os armários de sua cozinha estavam todos vazios. Não restava nem um sapinho seco no fundo da gaveta… Croquilda teve de pegar a vassoura e dar uma busca nas redondezas. Sorte que seus vizinhos gostavam de plantar hortinhas. Croquilda catou alguns legumes, juntou umas ervas cheirosas e… Temos sopa! Para completar, apareceu um príncipe achando Croquilda a coisa mais fofa do mundo. Que bruxa resiste a um príncipe batendo em sua porta? Depois disso, ninguém sabe onde Croquilda foi parar. Para contar a história, restou apenas a fumacinha de sua sopa de-li-ci-o-sa!
Pequeno manual de monstro caseiro
De uma utilidade a toda prova, este pequeno manual é um alerta sobre certos monstros que costumam se instalar na nossa casa e que são especialistas em tornar a vida cotidiana um pouco mais complicada do que desejaríamos. O conhecidíssimo monstro Nundou, por exemplo, é o rei da possessividade; seu grito de guerra pode ser ouvido a qualquer momento: “É meu! É meu!”. Nundou ataca adultos e crianças com a mesma freqüência e não raro transforma a casa num autêntico campo de batalha.
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Tudo bem ser diferente
Trabalha com as diferenças de cada um de maneira divertida, simples e completa, alcançado o universo infantil e abordando assuntos que deixam os adultos de cabelos em pé, como adoção, separação de pais, deficiências físicas e preconceitos raciais, entre outros.
Ler é uma gostosura
Todd mostra que ler não é importante apenas para [...]
Até certo ponto, o medo é normal
O sentimento faz parte do desenvolvimento infantil, mas temores aparentemente inofensivos podem se transformar em fobias quando existe excesso. Pais e escola devem estar sempre atentos aos sinais das crianças
Na escola, uma única “nota vermelha” apareceu no boletim de Sarah, 4 anos. Na atividade feita na horta da escola, seu conceito foi de baixo aproveitamento. O problema não estava no cuidado inadequado com as plantinhas. Sarah não teve um bom desempenho porque o medo de minhocas a impediu de chegar perto da plantação.
Nenhuma professora obrigou a menina a se aventurar na terra, mas a questão foi levada à mãe, Ângela de Castro Deus Freire. A escola, assim como os pais, tem um papel muito importante na superação dos medos que as crianças podem apresentar.
Segundo a psicanalista Rosa Marini Mariotto, professora de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e doutora em Psicologia Escolar pela Universidade de São Paulo (USP), os medos como o de Sarah são característicos de um processo de desenvolvimento infantil. “Nesse momento em que a criança se vê sozinha com o medo, e tem de se virar sem a família, ela deve ter recursos psíquicos para poder dar conta da experiência”, diz. Ela afirma que na idade da menina, que também não entra em lugares escuros e tem pavor de morcego, é comum as crianças conviverem com algum medo. “O importante é poder conversar, sem pressionar. Essa atitude de forçá-la a combater o medo a qualquer custo é prejudicial.”
A união entre família e equipe pedagógica são importantes para evitar medos desnecessários. O mesmo direcionamento deve ser seguido em casa e na escola, como lembra a psicopedagoga Marcia Abicalaf, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Dom Bosco Batel. Ela usa o exemplo dos personagens fantasiosos. “A criança tem contato com contos de fadas e precisam saber que aquilo não é verdadeiro. A escola mostra que existe um mundo fantasioso, com bruxas e monstros, e o mundo real. Os pais têm de fazer o mesmo. Caso contrário o medo pode ser instalado na criança e dar trabalho mais tarde”, diz. Por outro lado, Marcia lembra que alguns tipos de temor são sadios, e importantes para o desenvolvimento. “Medo é importante quando se refere à ação, como não subir na cadeira para não se machucar. Assim ela tem noção da limitação do que pode fazer.”
Exemplo
A forma como as pessoas ao redor da criança se comportam determina a maneira como ela vai encarar as situações. De acordo com a psicóloga Maria Angela Monteiro Raio, psicoterapeuta sistêmica de família e de casais, os pais devem se mostrar presentes, mantendo o controle e garantindo o cuidado. “A maneira como o pai conversa sobre o medo é que vai fazer a diferença na forma como a criança enfrenta o problema. Às vezes, o medo é do adulto. Crianças repetem o medo dos pais ou cuidadores quando percebem a reação dos mesmos a algumas situações.”
Para a psicóloga Cleia Oliveira Cunha, a atitude dos cuidadores depois que o medo se apresenta também influencia o comportamento das crianças. “Não se pode ironizar ou desqualificar o temor. A desaprovação só vai trazer constrangimento e humilhação. Se a criança for forçada a levar a situação, isso só vai criar ansiedade e piorar medos transitórios que poderiam desaparecer facilmente se os adultos respeitassem e a ajudassem a criança a superá-los”, afirma.
Quando o medo paralisa a criança a impedindo de brincar e de desenvolver as atividades próprias para a sua idade é preciso ajuda profissional. O medo excessivo deve ser investigado também quando a criança já passou dos 7 ou 8 anos, como explica Rosa Mariotto. “Quando os temores persistem e atrapalham o desenvolvimento da criança, que deixa de sair de casa, não tem convívio social legal, não vai em festa com medo de encontrar palhaço, é preciso investigar.”
FONTE: Gazeta do Povo
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Na escola, uma única “nota vermelha” apareceu no boletim de Sarah, 4 anos. Na atividade feita na horta da escola, seu conceito foi de baixo aproveitamento. [...]
As 10 atitudes de uma boa babá
Não tenha receios na hora de contratar uma profissional: pergunte muito, busque referências e saiba o que observar.
Se os pais optam por deixar a criança sob os cuidados de uma babá, a escolha deve ser certeira. Como a profissional ficará responsável pelo bem-estar, alimentação e assepsia do bebê, os critérios precisam ser rigorosos. Mas, antes de tudo, especialistas afirmam que a relação profissional tem de ser respeitada e as regras, claras.
Leia também: babás buscam qualificação em troca de melhores salários
Na hora de contratar uma babá busque referências, converse com ex-patrões da candidata e pergunte muito. E saiba comandar: a profissional precisa ser bem orientada para atender aos desejos dos pais.
É preciso explicar detalhadamente como ela terá de cuidar do bebê, além do que é permitido ou não na casa. Considere situações como fumar, beber, receber visitas ou telefonemas pessoais e a forma como gostaria que ela desse banho, alimentasse, brincasse com a criança ou a colocasse para dormir. Deixe claro como você gostaria que fosse a relação entre ela e o bebê, como beijar a criança ou carregá-lo no colo.
A relação poderá fluir bem se uma rotina de comunicação for estabelecida entre os pais. Deixe claro como ela deve fazer para entrar em contato em caso de emergências. Também é bom deixar o cartão do plano de saúde – caso a família possua um – com a profissional. Agenda com telefones de pessoas que podem ser acionadas em casos urgentes, como pediatra e parentes, precisa ficar à disposição da babá.
A seguir veja 10 dicas de especialistas para identificar uma boa profissional. Uma babá deve…
1. Ter experiência mínima de seis meses registrada em carteira e apresentar referências de trabalhos anteriores.
2. Ser pontual e usar roupas adequadas para cuidar de um bebê. Sapatos baixos, unhas curtas, roupas que permitam movimentos são importantes. Também é bom evitar o uso de brincos.
3. Ter noções de primeiros socorros e realizar as ações corretas em caso de cortes, queimaduras e ferimentos na pele até que a criança seja atendida por um médico.
4. Saber higienizar e preparar alimentos corretamente.
5. Esterilizar corretamente chupetas, mamadeiras e outros utensílios do bebê: lavar com água e sabão após cada uso e ferver os itens por cinco minutos antes de oferecê-los novamente à criança.
6. Ter a iniciativa de realizar a higiene bucal do bebê desde os primeiros meses após o nascimento.
7. Lavar sempre as mãos antes e depois de alimentar, preparar as refeições e trocar fraldas da criança.
8. Promover atividades lúdicas para estimular a psicomotricidade.
9. Ter noções sobre a posição correta em que o bebê deve dormir, a fim de evitar o risco de a criança engasgar caso regurgite.
10. Ter capacidade de identificar o choro do bebê e tomar a atitude correta se a causa for fome, cólica ou simples manha.
FONTE: IG Delas
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Se os pais optam por deixar a criança sob os cuidados de uma babá, a escolha deve ser certeira. Como a profissional ficará responsável pelo bem-estar, alimentação e assepsia do bebê, os critérios precisam ser rigorosos. Mas, antes [...]
Lei Antifumo para Carros: Um Bem para Adultos e Crianças!
O problema do tabagismo passivo (poluição tabágica ambiental – PTA):
Definido como “a exposição involuntária de pessoas não-fumantes às substâncias produzidas pela combustão do tabaco em ambientes fechados…”
Estatísticas mostram ser esta a terceira causa de morte evitável nos países desenvolvidos, ficando apenas atrás do tabagismo ativo e do alcoolismo”. Dados da OMS evidenciam que cerca de 700.000.000 de crianças estão expostas em suas casas ou seja 1 em cada 2 crianças são vítimas deste mal. Além do risco do desenvolvimento de qualquer doença respiratória assim como a piora dos seus respectivos sintomas pode haver piora do desempenho escolar, distúrbios cognitivos e comportamentais e consequente aumento do risco de doenças cardiovasculares na idade adulta.
Segundo o Consultor Medico da PULMAOSA, O Dr. Marcos Nascimento: “As evidências disponíveis sobre os efeitos nocivos a saúde do tabagismo ativo e pela exposição a PTA são a base científica para a implementação das políticas aprovadas na Convenção-Quadro para o controle do Tabaco, como por exemplo, as políticas para garantir os ambientes livres de tabaco.” Por isso há a necessidade de aprovação do projeto lei 315 para ambientes livres de tabaco, assim como a proposição de uma lei para carros livres de tabaco, sobretudo quando houver crianças a bordo, complementa o Dr. Nascimento.
“Os custos sociais e econômicos para tratar as doenças relacionadas ao tabaco são incomensuráveis. Segundo a Sociedade Americana de Atuárias dos EUA (2005), o custo com cuidados médicos e com a morbimortalidade decorrente da exposição a PTA é de cerca de 10 bilhoes de dólares anuais, sendo a metade por custos indiretos, tais como absenteísmo e invalidez.
COPA DE 2014 & BRASIL LIVRE DE FUMO
O Brasil sediará eventos de porte mundial nos próximos anos como a copa do mundo de futebol FIFA de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Uma proposição é criar uma estrutura 100% livre de fumo não apenas nos espaços internos de estádios, centro de imprensa e Hotéis, mas proporcionar tratamento para os voluntários e os trabalhadores regulares destas instituições, podendo a SBPT ou SOPTERJ iniciar juntamente com as demais regionais, um movimento para a COPA e a Olimpíadas 100% Livre de fumo, assim como conclamar as autoridades municipais/ Estaduais e Federais a adotarem uma campanha pela proteção da atmosfera pulmonar das gerações de crianças do presente e futuro adotando lei para carros 100% livres de fumo.
Quanto você fuma passivamente:
| Local | Permanência | Número de Cigarros |
| Bar | 2 horas | 4 |
| Restaurante (área para não fumantes) | 2 horas | 1 + ½ |
| Escritório (livre) | 8 horas | 6 |
| Presença de alguém fumando 1 maço ao dia | 24 horas | 3 |
| Carro (janelas fechadas) | 1 hora | 3
|
Fonte: James h. Price, PhD, MPH – University of Toledo
Veja como o Fumo passivo afeta a saúde das crianças:
- Respirar o fumo passivo é prejudicial à saúde da criança, podendo desencadear varias doenças como a asma brônquica, a Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI), e aumenta os riscos de bronquite aguda, pneumonia e otite.
- Aumenta a chance e os episódios de crises de asma brônquica;
- O desenvolvimento dos pulmões das crianças pode ser severamente afetado pela exposição ao fumo passivo por vários motivos, incluindo que as crianças ainda estão se desenvolvendo fisicamente, têm maior taxas de frequência respiratória que os adultos, e têm pouco controle sobre seus ambientes fechados;
- Crianças que receberam altas doses de fumo passivo, como aquelas com mães que fumam em ambientes fechados como no interior de carros e casas, correm o maior risco de efeitos prejudiciais à saúde;
- As crianças são mais expostas ao Tabagismo Terciario. Junte-se a milhões de pessoas que estão protegendo suas crianças do fumo passivo: A @PulmaoSA convida a todos para divulgar a campanha para carros Livre de Fumo!
Exija do seu representante no Congresso Nacional uma lei para Carros Livres de fumo: Sobretudo quando há crianças a bordo!
Seja Você também um herói para uma criança, resguardando o seu ambiente e mantendo seu carro livre de fumo!
Escreva ou Ligue para o seu representante no Congresso Nacional!
Ligue para o Senado Federal em chamada grátis para o Alô Senado: 0800 61 2212
Ou escreva um e-mail para os Senadores do seu Estado solicitando um Projeto de Lei para carros Livre de fumo: E- mail dos Senadores
Afinal o Fumo tanto ativo quanto passivo são mortais!
FONTE: Pulmão SA
with:O problema do tabagismo passivo (poluição tabágica ambiental – PTA):
Definido como “a exposição involuntária de pessoas não-fumantes às substâncias produzidas pela combustão do tabaco em ambientes fechados…”
Estatísticas mostram ser esta a terceira causa de morte evitável nos países desenvolvidos, ficando apenas atrás do tabagismo ativo e do alcoolismo”. Dados da OMS evidenciam que cerca de [...]
Integral: encerramento 1° semestre
No dia 29/06, os alunos participaram de uma linda apresentação de encerramento do trabalho realizado no 1º. semestre do Período Integral.
Queremos registrar aqui que ficamos encantados com os vôos alçados por cada um de vocês!
Afinal, já diz o ditado:
“CRIANÇAS NASCEM COM ASAS,
PROFESSORES AJUDAM A VOAR”
Parabéns a todos!
Equipe do Integral
No dia 29/06, os alunos participaram de uma linda apresentação de encerramento do trabalho realizado no 1º. semestre do Período Integral.
Queremos registrar aqui que ficamos encantados com os vôos alçados por cada um de vocês!
Afinal, já diz o ditado:
“CRIANÇAS NASCEM COM ASAS,
PROFESSORES AJUDAM A VOAR”
Parabéns a todos!
Equipe do Integral
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